quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Viagem dos formandos

Olá, sou Marina e estou na oitava série. Este ano farei uma impressionante viagem à Paris, capital da França. Para falar a verdade aida não sei se vou mesmo! Acabei de receber o bilhete que a escola deu para viajarmos, e como sempre foi e sempre será, antes de ter certesa que vou tenho de pedir a autorização aos meus pais.
Minha mãe se chama Sônia e todas as vezes que vou pedir a ela alguma autorização para ir em algum lugar ela fala para ver com o mei pai. Meu pai se chama Silvio e não gosto muito de pedir as coisas a ele, pois é muito nervoso!
Chegou a hora, vou pedir a minha mãe, deixa de ficar batendo papo furado! Entreguei o bilhete a ela e minha mãe perguntou:
- O que é isso?
Respondi:
- O bilhete para ir à viagem dos formandos!
Ela disse:
- Que legal em filhota!
- Pois é!
Ela fez um silêncio eterno e então falei novamente:
- E aí? Poderei ir?
- Pergunte ao seu pai! -disse ela calmamente enquanto eu estava quase explodindo.
Falei nervosa a ela:
- Não mãe, hoje não! Quero ver a sua opinião, hora bolas.
- Já dei a minha opinião Marina! Que papo é este?
- Mãe, por que é que todas as vezas que peço sua autorização para alguma coisa você fala para eu ver com o meu pai? Credo mãe, me poupe!
- É assim Marina! Eu peço a autorização do seu pai porque...
- Fala mãe! Desembucha!
- Por que não sei se você irá gostar de minha opinião! E filha, você está muito sem educação, trate já de me respeitar!!!!
- Eu sei mãe que estou sem educação, perdi o controle! Sabe mãe, você não imagina o quanto me dá raiva quando você fala " Veja com seu pai!" ou então "pergunte a seu pai!"
- Está bem filha, pararei de falar isso!
- Tá, mas me fale sua opnião!
- Irei pensar junto ao seu pai e amanhã, depois que você voltar da escola, lhe darei a resposta.
Concordei com minha mãe . Quando cheguei à escola, veio aquele tanto de menina em cima de mim me perguntando se eu iria ou não! Falei somente para minha melhor amiga Arieli que iria para minha casa naquele dia.
Cheguei em casa e vi uma mala em minha frente escrito o seguinte:" Boa viagem! " Me impressionei e gritei bem alto! Agradeci aos meus pais, estudei um pouco e fui dormir.
Depois de cinco dias viajei para Paris, era por volta das cinco horas da manhã e eu já estava de pé. Minha mãe me vendo arrumar disse:
- Marina, sua viagem é as dez horas da manhã, são cinco horas agora e você já está de pé! Tire esta roupa, ponha seu pijama e vá dormir! Quando for oito horas eu te acordo.
Falei a minha mãe:
- É mãe vou dormir, a viagem será longa e cansativa. Não posso gastar minhas energias acordada vendo o relógio toda hora.
Oito horas da manhã, minha mãe me acordou. Vesti minha roupa e bebi um copo de água para me acalmar. Minha mãe, sempre muito trágica me abraçou chorando, me deu um beijo e disse:
-Boa viagem!
Já tinha perdido as contas de quantas vezes minha mãe tinha falado isto. Enfim peguei minha mala e meu pai me levou ao aeroporto. Era uma das primeiras vezes que via sair do olho do meu pai uma lágrima. Ele olhou para mim e disse:
-Filha tome cuidado e preste atenção, te amo bastante e boa viagem! Um beijo do papai no seu coração!
Chorei muito, abracei meu pai com toda a força e parti.
Cheguei em Paris e tirei várias fotos. Eu e Arieli nos divertimos muito e achamos a comida francesa muito boa, apesar de ser cara.
Gostamos do hotel, era muito confortável. Nem vou falar mais porque achei tudo lindo. Mas o mais bonito de tudo que vi era a torre Eiffel, ela é linda e muito grande, a noite brilha muito forte e não suporto ficar sem tirar ao menos uma "fotinha".
É o fim, a viagem está se acabando, com um gostinho ruim e bom ao mesmo tempo. Tirei mais algumas fotos e fiz mais alguns vídeos. Entrei na van que nos levava até o aeroporto e entrei no avião, fiquei na janela e me despedi de Paris.
Cheguei em casa, abracei bem forte meus pais e mostrei minhas impressionantes fotos e meus vídeos maravilhosos. Comentei um pouco da viagem e disse para os meus vizinhos, parentes, amigos e até para você que está lendo esta história: valeu a pena, Paris é uma cidade linda e vale, vale muito a pena sim viajar pra um lugar lindo como este!
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
Os soldados transformam-se em reis e o rei transfoma-se em soldado

Diz a lenda que existia vários reis com vários soldados a trabalho, tentando ganhar terras, como sempre foi.
O rei Zonte, era o mais forte e destemido, mas seus soldados achavam absolutamente o contrário. Alguns diziam:
- Todos acham que Zonte é o melhor por causa das guerras ganhas.
Mas não é, dizia um quase pegando sua flecha e se matando.
-O rei só é bom porque nós ganhamos a luta, não ele! Nós que tinhamos que ser rei, dizia outro meio que medroso, quase chorando.
- Isso mesmo, mas o que eu fico mais impresionado é que por tudo que a gente faz não ganhamos nem um tostão!
Todo nosso dinheiro vai para Zonte, o melhor e destemido, dizia outro falando sem parar numa voz irritante. Este último soldado que falou de Zonte se chamava Gerais e era o que mais reclamava de seu rei.
Gerais resolveu ser soldado de Zonte porque tinha uma família muito pobre e achou que ele lhe daria pelo menos um tostão! Gerais queria muito deixar Zonte e trabalhar para outro rei que lhe desse dinheiro de verdade,mas não podia, pois Zonte quando ganhava um soldado não o deixaria sair jamais.
Gerais já não aguentava mais e falou aos soldados:
- Soldados, eu vou acabar com isto! Hoje por volta das três horas da tarde vou ao quarto de Zonte e vou fazer com que ele seja o soldado e nós os reis! Me deem cobertura e se ouvirem gritos ou choros tragam as flechas.
E foi o que fez. Por volta das três horas da tarde o rei foi ao quarto dos soldados e não notou que Gerais tinha saído. Gerais chegou ao quarto de Zonte e viu um baú que por dentro havia uma fada com muita raiva. Gerais perguntou:
- Quem é você?
A fada mais calma falou:
- Olá Gerais! Sou a fada de Zonte, aliás, sou obrigada a ser.
- Você tem poderes, aproveite e saia daqui! Falou Gerais.
E a fada respondeu:
- Não posso! Zonte falou que se eu sair daqui ele vai matar todas as fadas com um dragão!
- Tá, mas eu tenho que me apressar, Zonte já vai sair do nosso quarto de soldados!
A fada falou:
- É mesmo! Não precisa falar, você quer que eu faça com que os sodados virem reis e o rei vire soldado? É pra já!
Naquele momento surgiram vários soldados Zontes e surgiram vários reis de todos os tipos e o melhor de todos os reis foi Gerais, sem dúvida.
Mas, e a fada? Voltou para sua casa junto das outras fadas e sempre que podia ia visitar os reis! E assim foi a história em que o rei vira soldado e os soldados viram reis!
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Bela paisagem
Vi uma bela paisagem,
Naquela imagem,
Que estava no mapa!
Com grande palavra,
Escrevi minha lavra,
Com tinta da lata!
sexta-feira, 2 de setembro de 2011
Dia de sexta-feira
Hoje é sexta-feira,
Fui a feira,
E vi minha amiga freira,
Seu sapato é de prata,
Desceu na escada,
A escada é de pedra,
Desceu na Panela,
A panela é de ouro,
Vi um touro,
O touro é forte,
Destruiu a torre,
A torre é de ferro,
Me deu um peteleco,
O peteleco foi forte,
E entrei na história!
Fui a feira,
E vi minha amiga freira,
Seu sapato é de prata,
Desceu na escada,
A escada é de pedra,
Desceu na Panela,
A panela é de ouro,
Vi um touro,
O touro é forte,
Destruiu a torre,
A torre é de ferro,
Me deu um peteleco,
O peteleco foi forte,
E entrei na história!
terça-feira, 23 de agosto de 2011
Brinquedo assasino

Era uma vez uma senhora rica muito conhecida chamada Catarina Lua.
Desde criança adorava brincar com suas lindas bonecas e brinquedos de pelúcia.
Catarina Lua já era grande e dedicou seus belos brinquedo bem cuidados a sua única filha a qual chamava Clara Sol.
Sua filha porém, era totalmente o contrário da mãe, não estava nem aí com os brinquedos dados e muito menos com os velhos, antigos e horrorosos brinquedos de sua mãe, como ela dizia que eram.
A mãe ficava muito entristecida com sua querida filha Clara Sol, mas nunca desanimava, pois, sabia que no fundo, Clara Sol cuidaria muito bem de seus briquedos.
Certo dia a mãe Catarina Lua foi a Espanha e para a filha, comprou um briquedo muito bonito, era um cachorro. Catarina Lua então viu um maior e o cromprou mas, a mãe não sabia que aquele cachorro era de verdade e o cachorro sabia que ela era muito rica e o levaria ao palácio onde ele teria um lugar para morar e comer.
Ao chegar ao Brasil a mãe deu o cachorro à filha. Clara Sol foi direto pegá-lo para cortar sua cabeça, mas a mãe interronpeu falando que era para ela ir almoçar.
Clara Sol sentou a mesa e começou a devorar mas não sentia nada, pois o cachorro esperto subiu na cabeça de Clara Sol e pegou toda comida. Clara Sol soube que o cachorro era de verdade e tentou matá-lo com tudo o que se imagina: Faca, martelo, tesoura...
Clara Sol não conseguia pegá-lo e batia em tudo pra todo lado. Sem perceber ela destriu a casa e sua mãe deu umas boas paumadas nela fazendo que aprendesse a lição.
E o cachorro? Foi o cão de guarda, além de ser o melhor amigo de Clara Sol!
Desde criança adorava brincar com suas lindas bonecas e brinquedos de pelúcia.
Catarina Lua já era grande e dedicou seus belos brinquedo bem cuidados a sua única filha a qual chamava Clara Sol.
Sua filha porém, era totalmente o contrário da mãe, não estava nem aí com os brinquedos dados e muito menos com os velhos, antigos e horrorosos brinquedos de sua mãe, como ela dizia que eram.
A mãe ficava muito entristecida com sua querida filha Clara Sol, mas nunca desanimava, pois, sabia que no fundo, Clara Sol cuidaria muito bem de seus briquedos.
Certo dia a mãe Catarina Lua foi a Espanha e para a filha, comprou um briquedo muito bonito, era um cachorro. Catarina Lua então viu um maior e o cromprou mas, a mãe não sabia que aquele cachorro era de verdade e o cachorro sabia que ela era muito rica e o levaria ao palácio onde ele teria um lugar para morar e comer.
Ao chegar ao Brasil a mãe deu o cachorro à filha. Clara Sol foi direto pegá-lo para cortar sua cabeça, mas a mãe interronpeu falando que era para ela ir almoçar.
Clara Sol sentou a mesa e começou a devorar mas não sentia nada, pois o cachorro esperto subiu na cabeça de Clara Sol e pegou toda comida. Clara Sol soube que o cachorro era de verdade e tentou matá-lo com tudo o que se imagina: Faca, martelo, tesoura...
Clara Sol não conseguia pegá-lo e batia em tudo pra todo lado. Sem perceber ela destriu a casa e sua mãe deu umas boas paumadas nela fazendo que aprendesse a lição.
E o cachorro? Foi o cão de guarda, além de ser o melhor amigo de Clara Sol!
quarta-feira, 17 de agosto de 2011
A casa do Lobisomem
Era uma vez uma casa feia, nem se fale, mais que isso, ela era super hiper mega horrorosa, caindo aos pedaços. Diariamente no gramado daquela casa aparecia muito sangue. Em frente a casa havia uma outra casa de observação onde moravam um grupo de crianças, três meninas e sete meninos. Eles sempre comentavam sobre a casa feia.
As crianças adoravam brincar por ali todos os dias. Por volta das cinco e meia da tarde ião brincar de vôlei, mas certo dia estavam muito felises porque tinham aprendido a sacar na brincadeira, cada saque era melhor que o outro e cada um mais longo que o outro. Uma das meninas e um dos meninos do grupinho sem querer sacou na casa horrorosa conhecida como casa do Lobisomem.
Ninguém ousava pisar lá, mesmo que fosse obrigado. As crianças discutiram o caso e como verdadeiras amigas uma deu a mão para a outra e pisaram na grama.
Desde então nunca mais se ouviu falar em nenhuma das crianças, umas pessoas dizem que forão comidas e outra que morreram quando viram o Lobisomem, mas ninguem sabe a realidade, o grupinho de crianças viraram verdadeiras amigas do Lobisomem.
Desde então dizem que quando existe uma casa assombrada e enfrente dela uma casa de observação com um grupinho de crianças, três meninos e sete meninos acontece uma parceria entre Lobisomem e humanos!
terça-feira, 14 de junho de 2011
O ET mais atrapalhado da galáxia

Em um planeta bonito, grande e colorido vivia o ET mais atrapalhado do mundo, ele sempre andava dizendo assim:
-Eu sou um ET atrapalhado que moro em um planeta bonito, grande e colorido que se chama "Arco".
Porque ele dizia isso? Quem queria saber? Isso que os ETs se perguntavam, principalmente os de seu planeta.
Para eles, ele era a tristeza da comunidade, pois há alguns anos atrás tinham vencido uma guerra muito importante em que Caromo o ET atrapalhado apareceu do nada. Por causa dessa confusão os ETs dos outros planeta zoavam os ET's de Arte.
Já cansados de serem caçoados, resolveram chamar a sábia Terra. Lembram dela? A guardiã do universo? Contaram então o que acontecera!
A Terra falou:
- Já tentaram converssar com ele?
Disseram:
- Não!
A Terra disse:
- Então vão!
Os ET's de Arte foram e falaram a Caromo:
- Caromo, todos caçoam a gente por sua causa e ninguém gosta de você. Todos lhe acham um fracasso, atrapalhado, fracassado...
- Caromo você tem o que melhorar! Entendeu?
Caromo não tinha respondido, mas parecia que tinha falado sim. No dia seguinte estava como se fosse o guarda de Arte!
sexta-feira, 13 de maio de 2011
O amor do Porco Espinho por uma Camaleoa
Anos e anos atrás, um Porco Espinho se apaixonou por uma Camaleoa, mas a esta lhe dava as costas sem ser por mau e dizia:- Não pode me encostar, tem espinhos e me machucará fazendo eu morrer de dor!
O Porco Espinho emplorava dizendo:
- Não, não... Não vou te machucar, juro! Dê-me suas mãos para eu provar.
Que nada! Quando o probre porco Espinho se aproximava a Camaleoa saia correndo de medo pela floresta!
Porco Espinho se sentia triste, triste e muito sozinho. Seus amigos viviam muito felizes, pois tinham alguém para ficar. Porco Espinho era só, muito sozinho!
Porco Espinho pensava e pensava, mas não tinha nenhuma ideia de como tirar seus espinhos.
Já tinha pensado em tudo, em arrancar com sua mão, em raspar com raspador de barba e até em passar remédio contra espinhas no corpo! Até que um dia teve uma ideia:
Em frente da sua casa morava um velho mágico que adorava fazer as coisas para as pessoas. Ele se chamava Maro, o Mágico. Pelo menos era o que estava escrito na placa de sua loja!
Quando teve essa ideia chegou lá e foi logo falando:
- Olá, meu querido Maro Mágico, como vai?
Maro, o Mágico, disse:
- Olá Porco! Estou bem, mas prefiro que me chame só de Maro. O que deseja?
- Quer mesmo saber?
- Respondeu o Porco.
- Claro que sim, senão, não teria perguntado!
- Eu quero que arranque meus espinhos para me casar com minha amada Cama!
- Está bem, mas cuidado! Para fazer isso precisarei jogar uma balinha em você e pode causar alguns efeitos colaterais!
O Porco perguntou:
- E o que pode acontecer comigo tiver algum efeito?
- Prefiro não falar, mas não são coisas muito agradáveis!
Maro jogou a balinha e graças a Deus não tinha acontecido nenhum efeito colateral. Porco não ficou tão feio quanto ele pensava, até que tinha ficado bonito, mas tinha que ver se Cama gostaria!
Quando Camaleoa viu Porco Espinho não parou de o agarrar, se casaram no mesmo dia e ficaram juntos até que a morte os separe!
sábado, 30 de abril de 2011
Preguiça de escola.
Certo dia um menino que se chamava Charles, um bebê que tinha acabado de nascer foi visitar uma escola. E sua mãe a Mariela dizia:
- Olha Charlisinho amanhã já vai estar na escola! Vai crescer inteligente, e quem sabe pode ser até adiantado?
Essa é minha mãe, e esse sou eu o Charles, contando essa história de minha mãe me colocar na escola mais cedo, sendo que ainda tinha acabado de sair das fraudas.Vocês acham que eu gostei?
- Olha Charlisinho amanhã já vai estar na escola! Vai crescer inteligente, e quem sabe pode ser até adiantado?
Essa é minha mãe, e esse sou eu o Charles, contando essa história de minha mãe me colocar na escola mais cedo, sendo que ainda tinha acabado de sair das fraudas.Vocês acham que eu gostei?
Claro que naaaaaão! É a maior chatice do mundo, e se você bebê estiver me lendo, e sua mãe lhe colocar na escola mais cedo arrranje uma cara ou chore de um jeito que sua mãe esteja pensando em falar:
- Não! Depois.
Um dia perguntei a minha mãe:
- Mãe, porque não me colocou na escola mais tarde, com 5 ou 6 anos?
Minha mãe disse:
- Por que? Não está satisfeito?
- Mãe, está louca? Você acha que eu estaria satisfeito?
- Não. Filho venha aqui me ajudar!
Minha mãe sempre muda de assunto quando falo sobre isso, fico morrendo de raiva! Mas, me controlo, porque quem vai ficar com raiva é minha mãe.
No dia seguite fui a aula e tive uma dúvida dentro de mim:
Um dia perguntei a minha mãe:
- Mãe, porque não me colocou na escola mais tarde, com 5 ou 6 anos?
Minha mãe disse:
- Por que? Não está satisfeito?
- Mãe, está louca? Você acha que eu estaria satisfeito?
- Não. Filho venha aqui me ajudar!
Minha mãe sempre muda de assunto quando falo sobre isso, fico morrendo de raiva! Mas, me controlo, porque quem vai ficar com raiva é minha mãe.
No dia seguite fui a aula e tive uma dúvida dentro de mim:
Era que se nossos dias de férias só são 2 meses e porque de aula não? De aula são doze meses! Olha só a diferença!
Depois da aula fomos almoçar e minha mãe disse:
- Resolvi falar porque lhe coloquei na escola mais cedo
Respondi:
- Ah é? Que milagre! Por quê?
Mamãe me olhou com cara de rinoceronte e disse:
- Porque queria que crescesse já com a ideia de que iria fazer. Não vou viver para sempre! Mais você viverá mais que eu. E quero que tenha seu próprio dinheiro.
Depois da aula fomos almoçar e minha mãe disse:
- Resolvi falar porque lhe coloquei na escola mais cedo
Respondi:
- Ah é? Que milagre! Por quê?
Mamãe me olhou com cara de rinoceronte e disse:
- Porque queria que crescesse já com a ideia de que iria fazer. Não vou viver para sempre! Mais você viverá mais que eu. E quero que tenha seu próprio dinheiro.
Disse a ela:
- Entendi mãe e até que a escola está legal!
- Mais qualquer coisa é so me falar! Disse a mamãe.
Agora já tinha a resposta para a pergunta, porque escola tem doze meses e férias, dois!
sexta-feira, 1 de abril de 2011
O cientista da montanha

No século XVIII um homem grande, alto e cientista olhou para o céu e avistou a ponta de uma montanha. Ficou muito curioso para saber o que tinha na ponta dela, pois depois de observá-la por uma hora viu com seus olhos atentos algo brilhando em seu topo. Alegre, chamou seus companheiros para verem também, mas não viram nada. Olhou, olhou e olhou, via sim a ponta daquela montanha. Curioso, falou para seus amigos que iria ver a montanha de perto e perguntou se iriam também. Nenhum deles falou nada, pois sabiam que poderia dar uma confusão. O pobre cientista nem implorou, foi andado calmamente sem se incomodar por seus amigos não terem ido. Depois de caminhar dois dias muito cansativos finalmente conseguiu encontrar o começo da montanha. Riu um pouco, mas não queria mais rir, pois ainda tinha uma grande montanha para escalar. Pegou seu colchonete e dormiu ali mesmo sozinho sem ninguém. Um novo dia começou, nem pensou um pouco e já estava escalando a montanha. Quando olhou para baixo já estava na metade dela, mas não podia mais continuar porque estava fraco e com sono, já era noite. Amanheceu e o cientista sabia que faltava andar só mais a metade que tinha andado ontem e conseguiria ver o que tinha lá. Escalou, escalou e escalou. Finalmente podia ver aquela coisa brilhante que tinha no topo. Era apenas um pergaminho que dizia: "olhe para a sua frente". O cientista viu a sua cidade brilhando ainda mais do que o pergaminho. Voltou para sua casa e rapidamente falou para seus companheiros para ver a tal montanha. Quando eles viram estava a luz brilhando no topo da montanha e desde aquele dia o cientista foi o mais conhecido no mundo inteiro.
sexta-feira, 18 de março de 2011
A pobre faxineira da bruxa

Em um castelo feio com três portas e duas janelas viviam-se três bruxas e uma pobre faxineira. Uma bruxa usava uma roupa roxa e o dedão de seu pé era muito grande, e se chamava Dedona.Outra usava um vestido verde rasgado e um olho era muito grande e o outro muito pequeno, se chamava Estranha do Olho. Por fim uma que usava o vestido preto longo, sua verruga era muito grande, se chamava Verrugona, ela era a capitã, por isso era chamada de Chefe.
Dentro daquele castelo também vivia-se uma faxineira, ela fazia tudo direitinho, mas as bruxas daquele castelo queriam ele sujo, sempre chamavam a atenção da pobre faxineira:
-Ei sua faxineira, o castelo está muito limpo estou até espirrando com tanto produto de limpeza.
Muito produto de limpeza? Naquele castelo não tinha nada de muito nem pouco, isso era desculpa das bruxas para a casa ficar mais suja.
O tempo foi passando, o castelo cada vez mais arrumado e as bruxas cada vez reclamando mais. A faxineira já não aguentava mais, e teve uma ideia. A ideia era que ela se despediria e ficasse como espiam nas três bruxas, para ver se sentiriam falta da limpeza.
E assim fez quando saiu do castelo, todas estavam gritando de alegria. Cinco dias se passaram e as bruxas cada vez sentindo mais falta da limpeza.
Mas o que impressionava mais a faxineira era que elas não arrumavam nem um pouquinho o castelo.
O tempo foi passando e as bruxas resolveram ir atrás da faxineira. Elas imploraram muito para ela continuar até que a faxineira disse:
- Viu como é bom manter o castelo limpo?
Desde então a faxineira continuou a trabalhar lá, mas agora não era mais a "pobre faxineira", mas sim a feliz faxineira.
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