sábado, 30 de abril de 2011

Preguiça de escola.



Certo dia um menino que se chamava Charles, um bebê que tinha acabado de nascer foi visitar uma escola. E sua mãe a Mariela dizia:
- Olha Charlisinho amanhã já vai estar na escola! Vai crescer inteligente, e quem sabe pode ser até adiantado?
Essa é minha mãe, e esse sou eu o Charles, contando essa história de minha mãe me colocar na escola mais cedo, sendo que ainda tinha acabado de sair das fraudas.Vocês acham que eu gostei?


Claro que naaaaaão! É a maior chatice do mundo, e se você bebê estiver me lendo, e sua mãe lhe colocar na escola mais cedo arrranje uma cara ou chore de um jeito que sua mãe esteja pensando em falar:

- Não! Depois.
Um dia perguntei a minha mãe:
- Mãe, porque não me colocou na escola mais tarde, com 5 ou 6 anos?
Minha mãe disse:
- Por que? Não está satisfeito?
- Mãe, está louca? Você acha que eu estaria satisfeito?
- Não. Filho venha aqui me ajudar!
Minha mãe sempre muda de assunto quando falo sobre isso, fico morrendo de raiva! Mas, me controlo, porque quem vai ficar com raiva é minha mãe.
No dia seguite fui a aula e tive uma dúvida dentro de mim:


Era que se nossos dias de férias só são 2 meses e porque de aula não? De aula são doze meses! Olha só a diferença!
Depois da aula fomos almoçar e minha mãe disse:
- Resolvi falar porque lhe coloquei na escola mais cedo
Respondi:
- Ah é? Que milagre! Por quê?
Mamãe me olhou com cara de rinoceronte e disse:
- Porque queria que crescesse já com a ideia de que iria fazer. Não vou viver para sempre! Mais você viverá mais que eu. E quero que tenha seu próprio dinheiro.

Disse a ela:

- Entendi mãe e até que a escola está legal!

- Mais qualquer coisa é so me falar! Disse a mamãe.

Agora já tinha a resposta para a pergunta, porque escola tem doze meses e férias, dois!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O cientista da montanha


No século XVIII um homem grande, alto e cientista olhou para o céu e avistou a ponta de uma montanha. Ficou muito curioso para saber o que tinha na ponta dela, pois depois de observá-la por uma hora viu com seus olhos atentos algo brilhando em seu topo. Alegre, chamou seus companheiros para verem também, mas não viram nada. Olhou, olhou e olhou, via sim a ponta daquela montanha. Curioso, falou para seus amigos que iria ver a montanha de perto e perguntou se iriam também. Nenhum deles falou nada, pois sabiam que poderia dar uma confusão. O pobre cientista nem implorou, foi andado calmamente sem se incomodar por seus amigos não terem ido. Depois de caminhar dois dias muito cansativos finalmente conseguiu encontrar o começo da montanha. Riu um pouco, mas não queria mais rir, pois ainda tinha uma grande montanha para escalar. Pegou seu colchonete e dormiu ali mesmo sozinho sem ninguém. Um novo dia começou, nem pensou um pouco e já estava escalando a montanha. Quando olhou para baixo já estava na metade dela, mas não podia mais continuar porque estava fraco e com sono, já era noite. Amanheceu e o cientista sabia que faltava andar só mais a metade que tinha andado ontem e conseguiria ver o que tinha lá. Escalou, escalou e escalou. Finalmente podia ver aquela coisa brilhante que tinha no topo. Era apenas um pergaminho que dizia: "olhe para a sua frente". O cientista viu a sua cidade brilhando ainda mais do que o pergaminho. Voltou para sua casa e rapidamente falou para seus companheiros para ver a tal montanha. Quando eles viram estava a luz brilhando no topo da montanha e desde aquele dia o cientista foi o mais conhecido no mundo inteiro.